De repente me deu uma vontade insana de voltar a mexer com blogs: tirar esse aqui da geladeira, desenterrar uns alter-egos meus... Mas a preguiça desse Blogger é maior do que isso tudo, queridos fiéis.
Entretanto, uma coisa que tem me deixado muito feliz ultimamente - e acho que compartilhar com vocês será bem legal - é a nostalgia. Sou suspeito para falar: A-DO-RO tosqueiras, oitenteiras e cacarecos que o passado (e a vergonha em excesso) podem guardar! E essa semana eu resolvi fazer um especial de coisas bacanas da década em que eu nasci: os anos 80!
(Nota: se algum engraçadinho vier falar que há um erro de digitação nessa década morre.)
Então... A gente já sabe que os anos 80 são aqueles em que teve muito exagero para pouco espaço: cabelos new wave, muita cor, muito brinquedo bacana, uma revolução na forma de ver a reação da massa (e aí eu peço ajuda ao Pastor Rafazildo na explicação mais abrangente sobre o tema)... E esse exagero, absolutamente contrastante com o "menos é mais" dos anos 90, resultou no que somos hoje.
Já notaram que as coisas hoje em dia são bem mais simples, mas sem perder seu diferencial? Música, por exemplo: as oitenteiras são cheias de batidinhas prontas, tecladinhos e percussões mecânicas; as dos anos 90 já são mais bem trabalhadas, com uso de recursos mais ponderado. Nos dois exemplos a gente nota uma coisa em comum: são músicas que saem de moda facilmente. Tiveram seu espaço, sua época - mas nem rola de ouvir todo dia. Agora pega uma música dessa década em que vivemos e ouve uma vez. Duas. Três. Duzentas e cinqüenta e duas vezes. Daqui a dois meses. Ou daqui a dois anos. Viu como a sonoridade dela é bem mais adaptável?
E esse tipo de coisa se aplica à moda, à televisão (que mesmo se inovando já possui uma forma definida - e acho difícil sair disso por um bom tempo)... É viver para crer, pessoas!
Tenho feito uma série no meu flog sobre os anos 80. Passem lá também e divirtam-se! ;D
Culto realizado por Antônio Azevedo em 22:34 >