É Jeosuis de Nazarééééééééééaaaaaaaaaaaaa...

 

 

 

 

Pastor Leite: o mais jovem dos pregadores - 19 anos. Estudante da mais chata das ciências, o Direito. Saudoso estudante de Relações Internacionais. Às vezes irônico, finge de bobo constantemente. maior goteira de assuntos alheios. Música enquanto faz qualquer coisa: esse é o lema. Orwell, animes, Los Hermanos. Telecine, HBO, Cinemax: do que mais um pregador pseudo-cinéfilo precisa?

 

Pastor Rafa: 24, publicitário nas horas vagas, criativo, ácido e debochado. Não espere palavras de apoio, nem mensagens amáveis. Ele odeia o Natal, Che Guevara e pessoas efusivas. Idolatra mitos como TV Globo, o capitalismo e Fábio Jr. Definitivamente, compaixão é para os fracos.

 

Pastor Toninho: encontrou debaixo das asas de Jeosuis de Nazaréa um refúgio para pregar o amor e a paz mundial (já que não podia ser Miss Brasil). Defende a relação amigável, o bom senso e a subjetividade das palavras enquanto auxiliar do processo pregatório. Também trabalha com comunicação visual nas horas vagas - isso quando a cor do cabelo deixa, claro. Tem um sério problema com a idade e preferiu não divulgá-la por enquanto.

 

Jeosuis de Nazaréa: é o idealizador deste novo conceito de pregação. Foi Elea quem selecionou os três pastores aí em cima, confiando a cada um deles a missão de evangelizar a massa em prol de um mundo mais inteligente, mais legal e menos lerdo. De tempos em tempos ele se manifesta neste blog - e só Deus Forte sabe o que pode acontecer...

 

 

 

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15.5.07

 

Recordar é viver

 

De repente me deu uma vontade insana de voltar a mexer com blogs: tirar esse aqui da geladeira, desenterrar uns alter-egos meus... Mas a preguiça desse Blogger é maior do que isso tudo, queridos fiéis.

Entretanto, uma coisa que tem me deixado muito feliz ultimamente - e acho que compartilhar com vocês será bem legal - é a nostalgia. Sou suspeito para falar: A-DO-RO tosqueiras, oitenteiras e cacarecos que o passado (e a vergonha em excesso) podem guardar! E essa semana eu resolvi fazer um especial de coisas bacanas da década em que eu nasci: os anos 80!

(Nota: se algum engraçadinho vier falar que há um erro de digitação nessa década morre.)

Então... A gente já sabe que os anos 80 são aqueles em que teve muito exagero para pouco espaço: cabelos new wave, muita cor, muito brinquedo bacana, uma revolução na forma de ver a reação da massa (e aí eu peço ajuda ao Pastor Rafazildo na explicação mais abrangente sobre o tema)... E esse exagero, absolutamente contrastante com o "menos é mais" dos anos 90, resultou no que somos hoje.

Já notaram que as coisas hoje em dia são bem mais simples, mas sem perder seu diferencial? Música, por exemplo: as oitenteiras são cheias de batidinhas prontas, tecladinhos e percussões mecânicas; as dos anos 90 já são mais bem trabalhadas, com uso de recursos mais ponderado. Nos dois exemplos a gente nota uma coisa em comum: são músicas que saem de moda facilmente. Tiveram seu espaço, sua época - mas nem rola de ouvir todo dia. Agora pega uma música dessa década em que vivemos e ouve uma vez. Duas. Três. Duzentas e cinqüenta e duas vezes. Daqui a dois meses. Ou daqui a dois anos. Viu como a sonoridade dela é bem mais adaptável?

E esse tipo de coisa se aplica à moda, à televisão (que mesmo se inovando já possui uma forma definida - e acho difícil sair disso por um bom tempo)... É viver para crer, pessoas!

Tenho feito uma série no meu flog sobre os anos 80. Passem lá também e divirtam-se! ;D


 

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