É Jeosuis de Nazarééééééééééaaaaaaaaaaaaa...

 

 

 

 

Pastor Leite: o mais jovem dos pregadores - 19 anos. Estudante da mais chata das ciências, o Direito. Saudoso estudante de Relações Internacionais. Às vezes irônico, finge de bobo constantemente. maior goteira de assuntos alheios. Música enquanto faz qualquer coisa: esse é o lema. Orwell, animes, Los Hermanos. Telecine, HBO, Cinemax: do que mais um pregador pseudo-cinéfilo precisa?

 

Pastor Rafa: 24, publicitário nas horas vagas, criativo, ácido e debochado. Não espere palavras de apoio, nem mensagens amáveis. Ele odeia o Natal, Che Guevara e pessoas efusivas. Idolatra mitos como TV Globo, o capitalismo e Fábio Jr. Definitivamente, compaixão é para os fracos.

 

Pastor Toninho: encontrou debaixo das asas de Jeosuis de Nazaréa um refúgio para pregar o amor e a paz mundial (já que não podia ser Miss Brasil). Defende a relação amigável, o bom senso e a subjetividade das palavras enquanto auxiliar do processo pregatório. Também trabalha com comunicação visual nas horas vagas - isso quando a cor do cabelo deixa, claro. Tem um sério problema com a idade e preferiu não divulgá-la por enquanto.

 

Jeosuis de Nazaréa: é o idealizador deste novo conceito de pregação. Foi Elea quem selecionou os três pastores aí em cima, confiando a cada um deles a missão de evangelizar a massa em prol de um mundo mais inteligente, mais legal e menos lerdo. De tempos em tempos ele se manifesta neste blog - e só Deus Forte sabe o que pode acontecer...

 

 

 

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5.12.06

 

TV paga: vê-la ou não?

 

Acho que já tornou-se uma máxima dizer que a TV paga é N vezes melhor do que a TV aberta. Mas creio que ela tem tornado-se falácia de generalização apressada. Sou fã de carteirinha de vários canais, desde os mais instrutivos aos mais fúteis, e sei muito bem o quanto a programação deles nem sempre é tão requintada assim.

Exemplo clássico é o E!, que retrata "o outro lado do espetáculo". Sua programação tem por finalidade deixar o telespectador a par do mundo das celebridades hollywoodianas: quem fez plástica, quem rompeu o casamento, quem vai estrear um filme polêmico no mês que vem... E ponto. É o tipo de canal que você assiste apenas para se divertir mesmo, para não achar sempre que sua vida é a mais medíocre da face da Terra.

Mas o próprio E! possui alguns programas tão ridiculamente esdrúxulos e sem o menor sentido de existirem que só servem mesmo para te mostrar o quanto aquele canal é fútil. Exemplo: os programas da série 101, que exibem todo tipo de lista. Tem a lista dos mais barraqueiros, dos mais sexies, das maiores gafes de moda... Uma coisa! E com isso todos aqueles teóricos da Comunicação que eu tanto temia se reviram no túmulo (os já falecidos, claro) por não saberem como classificar tal "fenômeno".

Em contrapartida, existe um programa que é bem divertido de assistir e pode até ser que lhe acrescente algo: Wild On, que exibe as ilhas mais paradisíacas e com o maior número de bacanais por metro quadrado. O lado interessante são as dicas turísticas que o programa dá - uma espécie de Companhia de Viagem com gostosas apresentando no lugar daquele mala sem alça do Marcio Moraes. Mesmo que você nunca na vida tenha condições de ir à Ilha de Páscoa ou até mesmo em Fortaleza, chega a ser enriquecedor saber que nesse tipo de lugar não existe apenas areia, mar e mulher de topless tomando sol. Não que sejam alternativas ruins, que fique bem claro! E a Brooke Burke é, além de linda, uma ótima apresentadora: desenvolta, despojada e tira de letra os imprevistos (tem que ter julgamento técnico, né? ;D).

E zapeando pelos canais de sua TV a cabo com o olhar um pouco mais crítico, você verá que o aproveitamento deles é muito baixo. Pode ser por excesso de opções, por má qualidade de alguns... Mas acho que isso se deve principalmente pelo estigma que a TV a cabo possui: ser a tapa buracos" da TV aberta. Convenhamos que, mesmo odiando os programas dominicais e os barracos dos canais "B", ainda não conseguimos largar a novela das 20h, o Jornal Nacional e muito menos um ou outro programa tosco do Silvio Santos. Por mais que tentem, nada substitui o tentador tradicionalismo da televisão brasileira.


Sessão do Descarrego:

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